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Nascido em 1965, formei-me em Letras na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari, no Paraná, em dezembro de 1986, iniciando minha carreira no magistério em março de 1987, em escolas públicas de Curitiba e região. Em 1989, já em plena atividade cultural, publicando textos de e sobre literatura num dos mais prestigiosos jornais culturais do país, o Nicolau (Curitiba, Secretaria de Cultura do Estado do Paraná, 1987-1995), resolvi começar uma formação mais específica. Cursei especialização em Literatura Brasileira na Pontifícia Universidade Católica do Paraná durante um ano e, em 1990, ingressei no mestrado em Literatura Brasileira, na Universidade Federal de Santa Catarina. Nesta instituição, dei prosseguimento ao exercício crítico e criativo, publicando textos mais extensos e técnicos na revista do curso de Pós-gradução em Letras da UFSC. Concluí o mestrado em dezembro de 1992, com a dissertação O artifício obsceno, aprovada com nota máxima. Entre março de 1990 e setembro de 1992, recebi uma bolsa CAPES, destinada ao mestrado. Neste período, meu livro Inscrições a giz obteve o primeiro lugar no Prêmio Nacional de Poesia Luís Delfino de 1989, concedido pela Fundação Catarinense de Cultura. De volta ao Paraná, prestei concurso público para a disciplina de Literaturas da Língua Portuguesa junto ao Departamento de Letras Vernáculas da Universidade Estadual de Ponta Grossa, obtendo o primeiro lugar. Desde então, sou professor-adjunto desta universidade, na qual desempenhei atividades didáticas, de pesquisa e administrativas. Desenvolvi paralelamente ao ensino (entre 1993 e 1995) pesquisa sobre um poeta brasileiro, Manoel de Barros, resultando dela o livro Achados do chão. Fui, entre 1998 e 1999, o editor da Universidade de Ponta Grossa, criando e estruturando o seu setor editorial. 
     Em fevereiro de 1994, comecei o curso de doutorado do Departamento de Teoria Literária da Unicamp, recebendo nova bolsa da CAPES (fevereiro de 1994 a fevereiro de 1998). Concluí o doutorado em março de 1998, com nota máxima, com uma tese sobre revistas literárias brasileiras dos anos 40, intitulada: A reinvenção da província. Em julho de 1999, fui nomeado, pelo governador do Paraná, diretor-presidente da Imprensa Oficial do Estado, cargo que ocupo no momento. 
      Desde 1994 sou crítico literário profissional, assinando coluna semanal no maior diário do Paraná, a Gazeta Povo (Curitiba), tendo publicado só neste jornal mais de 350 artigos sobre literatura, fora as contribuições para outros veículos, como República e Bravo!, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde (São Paulo) e Poesia Sempre e Jornal do Brasil (Rio de Janeiro).  


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